Lourenzi

4 de dezembro de 2009

4 MESES!

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 8:16

Difícil descrever a sensação que sinto com o fim deste blog. Na realidade é um certo alívio. O que tirei de tudo isso é, bem, definitivamente não podemos ter um blog se não nos empenharmos nisso. Não é simplismente postar porque tem os posts obrigatórios da semana, ter um blog é se dedicar e se comprometer com a chamada informação. Existem muitas maneiras de expressarmos nossa opinião e o blog é apenas uma delas, e uma com a qual eu não me identifiquei. É preciso atualizar sempre, trazer coisas novas, falar de assuntos que são de seu interesse e acima de tudo, fazer com prazer. Espero que essa experiencia tenha trazido algo de positivo para muitos alunos que realmente se empenharam e gostaram disso. Mas fica a minha insatisfação pessoal dessa experiência.

Beijos! Adios.

27 de novembro de 2009

Direto da faculdade!

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 13:42

Trabalhinho do dia: desenvolver uma estratégia de comunicação digital para o restaurante Bacuri. Localizado na rua Alagoas numero 852, o restaurante tem uma proposta super saudável. Com saladas deliciosas, lanches naturais e um açaí na tigela de dar água na boca o Bacuri é uma ótima pedida para quem gosta de comida saudável e de qualidade. Localizado em frente a FAAP, com estacionamento e fachada de vidro com vista pra rua o restaurante só peca em uma coisa: a divulgação na internet.

A proposta é, primeiramente criar um hotsite para que as pessoas tenham a sua disposição a localidade, o cardápio e o conceito da empresa assim possibilitando o consumidor a se identificar com o restaurante. Pode ser implementado no site um guia das receitas usadas. E também abrir um espaço para os consumidores darem sua opinião e sugestão de novas receitas. Além do Hotsite criar um Blog. A vantagem de ter os dois meios é que o hotsite tem que ter uma seriedade maior para passar confiabilidade.

O blog algo mais despojado que combine bastante com a empresa e seus consumidores. Trazendo vídeos de como fazer algumas receitas, abrindo espaço para os consumidores contarem histórias de sua vida que, de alguma maneira envolva o restaurante.

Para ficar mais próximo de seus principais consumidores, os jovens, o Bacuri deve entrar nas principais redes sociais com Twitter, Facebook e Orkut. Para usar de forma que de lucro e compense criar uma equipe para dirigir e atualizar esses meios, é preciso utilizar de maneira criativa e oportunista cada rede. O Twitter, como um meio tão rápido é uma ótima ferramenta para promoções relâmpago. Imagine-se almoçando em um lugar e a mulher diz que entrou uma promoção no Twitter. Pegue seu celular, participe e ganhe um açaí. Uma boa interatividade com o consumidor e o restaurante pode escolher pratos menos conhecidos para divulga-los. Afinal, ninguém recusa algo que é de graça. No Orkut algo mais centrado, com o fórum aberto para discutição e opiniões. E no Facebook, criar um aplicativo que seja uma réplica do restaurante Bacuri onde as pessoas possam criar seus pratos favoritos. Uma ótima maneira para deixar o consumidor com vontade de visitar o restaurante. Bom apetite!

26 de novembro de 2009

Som na caixa!

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 8:06

Blip.fm é uma rede social para quem gosta de  música. Esta rede tem o mesmo conceito do Twitter, uma mistura de rede social com microblogging,  porém em vez de responder a pergunta “o que você está fazendo”, o Blip.fm pergunta “o que você está ouvindo”. Mesmo sendo sobre música a rede permite ao usuário postar sobre o que quiser. Além de ouvir a música que bem desejar, o usuário poderá interagir com o “DJ” que postou a respectiva música e esta interação é feita a partir dos “props” (um “positivo” que um “DJ” faz para a escolha de outro), “replies” (como no Twitter) e na criação de “playlists” (um “DJ” pode incluir músicas das listas de outros). A publicidade pode agregar esta rede social como um meio de comunicação eficiente ao atingir o público alvo desejado, pois há a possibilidade de divulgação de eventos, pode também ser um canal para os produtores de jingles ( podendo mostrar na rede social o portfólio do produtor) e também pode ser utilizado como um canal para podcast, por conseguirmos fazer download de arquivos em mp3.

19 de novembro de 2009

Linguagem em Arquiteturas Líquidas – Lúcia Santaella

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 8:05

Para Lúcia Santaella, a hipermídia primeiramente é um conjunto de meios que permite acesso simultâneo a textos, imagens, vídeos, sons, desenhos, gráficos e fotos de modo interativo e não linear. Também  possibilita de fazer links entre elementos de mídia e controlar a própria navegação. A hipermídia concentra informação em milhares de usuários com uma densa rede de conexões. Mas, essa flexibilidade pode resultar em uma desorientação se o internauta não for capaz de formar um mapa cognitivo do design estrutural do documento, portanto para essa formação, é preciso encontrar e seguir pegadas que funcionam como sinalizações desse design. Então, é necessário criar roteiros que sejam capazes de guiar o interator no seu processo de navegação. As redes estão cada vez mais facilitando a vida do cibernauta através de sistemas de buscas que tornam procedimentos menos sujeitos ao receptor errar como:

Escaneamento para cobrir uma vasta área sem profundidade;

Browsing para seguir um caminho até que um alvo seja encontrado;

Busca para insistir na busca de um alvo explícito;

Exploração para descobrir a extensão de uma dada informação;

Passeio para navegar de modo desestruturado e sem propósito definido.

A interface refere-se a uma conexão humana com as máquinas, e sem ela não há interatividade, pois o design é feito para facilitar a compreensão e para incentivar a determinação e tomada de decisões do interator diante dessa hiper-liguagem que ele próprio ajuda a construir.

4 de novembro de 2009

Como anda a reputação de sua marca?

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 3:02

Há mais de 10 anos surgiram as primeiras comunidades virtuais que eram bem simples e  usadas para calcular a reputação dos participantes. Estas comunidades virtuais eram para avaliar informações valiosas e pessoas mais influentes que participavam. Essa ideia se propagou em quase todas as redes sociais. Hoje, uma pessoa popular ou confiavel  é aquela que tem um nível de reputação elevado nas redes sociais, e muitas empresas estão colocando softwares para conseguir informações registradas na internet, e esse resultado é a partir das redes sociais, e um software separa comentários positivos de negativos, para gerar uma reputação, o que importa nesses comentários será o conteúdo destes. Logo mais todos nós seremos engolidos por esta reputação, e não há como escapar da avaliação que colocarão sobre você ou sua empresa, e um teste com um produto será feito através  de blogs, e estes postarão suas opiniões e quem sabe contagiar pessoas diferentes. Ou seja, as redes sociais tem um papel muito importante em relação a imagem de qualquer produto ou de qualquer pessoa famosa.

30 de outubro de 2009

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 2:57

asthma_foundation

Frase de sustentação: Ajuda as crianças da Nova Zelândia a respirar mais fácil.

O anúncio é colocado dentro do plástico das revistas, demonstrando o efeito de sufocamento que a asma tem sobre as crianças da Nova Zelândia. Uma maneira diferente a usual, utilizando recursos externos à revista para causar um impacto maior. Não seria a mesma coisa se tivesse sem o plástico né? 

Agência: Ogilvy Auckland, New Zealand
Diretor executivo de criação: Jeremy Taine
Direção de criação: Basil Christensen, Damon O’Leary
Redação: Tom Paine, Ben Pegler
Direção de arte: Tom Paine
Fotógrafo: Fraser Clements
Retoque: Hayden Wood

Pra exposição tem que ter precaução

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 2:43

Uma matéria disse que hoje não vivemos mais no mundo da imagem, e sim no da exposição. É algo bem difícil de se negar com tanta informação pessoal que vemos de desconhecidos na internet (qual é, quem nunca deu aquela espiadinha no orkut alheio?). O que não canso de escutar é familiares e amigos de gerações passadas dizendo o quando isso é perigoso, que é muita exposição, mas para aqueles mais jovens ou mais velhos antenados isso tratado de uma outra forma. A necessidade de estar conectado e interagir com esse mundo virtual é tão grande que a noção de perigo e auta-exposição é praticamente nula. E isso é claramente visto no mais novo/já velho brinquedinho virtual, o Twitter. Essa semana li em uma revista que um ator da Globo falou mal de alguns programas da emissora, e isso gerou um grande burbulho. Isso não deve ser raro, as pessoas não pensam duas vezes antes de colocar uma opinião ou informação pessoal na internet, e isso sim, pode ser muito perigoso. E é ainda mais para empresas. Algumas informações sigilosas que caem na rede podem ser fatais. A questão é que a internet é um lugar realmente perigoso para quem não tiver cautela. Acredito sim que ela é ótima para empresas que querem divulgar e interagir, para as pessoas terem sua opinião ouvida. Mas também acho que devemos ter cautela ao fazer isso pois estarão expostas tanto as coisas boas que temos a dizer e oferecer para os outros, como as ruins.

3 de setembro de 2009

Este blog fala sobre…

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 11:37

Decidi que vou trazer para vocês informações sobre anúncios publicitários diferenciados em revistas! Sim, revistas! Porque dizer que a internet vai substituir a revista é pura bobagem…pelo menos por enquanto! O mercado de mídia impressa vem crescendo muito, e parte disso por causa da internet. Que virou um meio de anúnciar sua mídia impressa. Então, de certa forma, a internet tem ajudado a mídia impressa a vender mais, e não subistituí-la.

E aproveitando o post, eu vi algo muito interessante que será lançado na edição de 18 de setembro na revista Entrertainment Weekly.Encartado  na revista um interactive video-player (um chip de 2,7 milímetros de espessura com uma tela LCD de resolução de 320 x 240) começará a rodar assim que o leitor virar a página do anúncio.

O projeto leva o patrocínio da Pepsi porque Pepsi Max envelopou sob o nome “Monday to the Max” o primeiro episódio das novas temporadas das séries veiculadas em horário nobre : “How I Met Your Mother,” “Two and a Half Men,” “The Big Bang Theory”  e da nova série “Accidentally on Purpose”. A tecnologia foi desenvolvida pela Americhip. Será usado apenas em exemplares de assunantes de Nova York e Los Angeles.

 

Vídeo em anúncio em mídia impressa

Vídeo em anúncio em mídia impressa

27 de agosto de 2009

A moda agora é Twitter…ou já passou?

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 6:06
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Normal Watches - Social Networking

Normal Watches - Social Networking

          É dificil acompanhar o ritmo em que a internet funciona. É quase como um mundo paralelo onde você entra e fica preso num labirinto de informações – obsoletas também – onde não se acha a saída. E onde as redes sociais entram nessa história? O mundo mudou, e não precisar ser muito inteligente para reparar isso. O que as pessoas não notam é que não somente o mundo, mas elas mesmas mudaram. Somos seres de duas caras, caras estas que nem sempre se assemelham. Existe um Eu que vive a vida orgânica e um Eu que vive a vida virtual. Pessoas que na vida real são tímidas, na vida virtual se soltam. O mundo virtual permite ao usuário ser quem ele quiser, estar onde ele quiser e fazer o que ele quiser. E as redes sociais são as ferramentas para esse novo Ser. Até onde isso pode chegar, e de que maneira irá influenciar nossas vidas como seres humanos ainda não esta claro. Mas esta necessidade de estar 24h por dia conectado não parece um script muito bom. É dificil imaginar-se sem celular, sem internet e sem computador. As tecnologias ditam a regra agora, elas que estão no comando, e somos meros servos virtuais. Mas isso não é de um todo ruim pois, cursando publicidade tenho meu pedaço do bolo garantido. Afinal, quando a publicidade, de fato, se utilizar dos recursos que a internet oferece aquela história de que “estamos num mundo bombardiado de publicidade, marcas, propaganda” vai virar brincadeira de criança. E essa opinião de que o novo consumidor (o e-consumidor) sera um usuário ativo, onde poderá dar opinião sobre o produto, pode ser um tiro pela culatra pois quem garante que as marcas não se passaram por consumidores para espalhar boas notícias por ai? Até onde essa nossa “suposta liberdade” irá alcançar? É algo para se pensar. E logo.

21 de agosto de 2009

Vamos sair do in-put e out-put

Filed under: Uncategorized — Tarcila de Lourenzi @ 14:55

Olá a todos! 

O título nos diz a propósta de um filósofo tcheco chamado Vilém Flusser em seu livro “Filosofia da Caixa Preta – ensaios para uma futura filosofia da fotografia”.  Nele são apresentados termos que trarei brevemente para vocês. A grande discussão de Flusser gira em torno das palavras Imagem técnica e Aparelho. Tomando imagem técnica tudo aquilo que é produzido por uma câmera (cinema, fotografia, imagem digital) e aparelho denomiando essas câmeras. Todo aparelho contém uma programação onde nós, leigos, conhecemos apenas o in-put e o out-put. Mas o que é exatamente essas duas palavrinhas? Simples. O in-put de uma câmera fotografica, por exemplo, é o click no botão e o out-put é o resultado disso, no caso, a fotografia em si. Com isso não controlamos o processo em que a fotografia é feita pois desconhecemos ele. Flusser, um autor apocalítico, acredita que essa limitação que os aparelhos nos dão criam um aprisionamento do homem em relação ao aparelho. Para continuar com o exemplo, uma câmera fotográfica oferece diversos recursos fotograficos (mudança de cor, zoom, controle do diafragma e do obturador, etc) porém, por mais diversos que sejam, eles são limitados. E esse aprisionamento causa alienação. A imagem técnica deixa de ser uma imagem que relata o olhar do homem sobre o mundo e sim o olhar de uma máquina, o aparelho tem o poder de falsear o real. E ficamos presos a esse mundo tecnológico e perdemos nossa liberdade.

 

Foto tirada da web onde mostra fotógrafo retratando um grupo de amigos antigamente.

Foto tirada da web onde mostra fotógrafo retratando um grupo de amigos antigamente.

 

A solução que Flusser dará para os leitores é de sair do in-put e do out-put. E para fazer isso é necessário conhecer a lógica do programa do aparelho, como ele funciona, e assim subverte-lo para criar outros recursos que não estavam programados. E por isso Flusser acha tão urgente uma filosofia da fotografia, para que essa idéia de lutar contra o aparelho seja disseminada para que todos possam se libertar dos progamas dos aparelho e deixar de terem seus movimentos e inteligência limitados dentro da programação.

Por hoje é só! ;)

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